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Polícia apreende 232 bolsas e carteiras falsificadas em Cuiabá

Publicado

MidiaNews

A Polícia Civil apreendeu 232 produtos, entre bolsas e carteiras, réplicas de grifes famosas na sétima fase da operação Fictus VII, realizada na manhã desta quarta-feira (17), pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com o Procon de Cuiabá.

A mercadoria, sendo  211 bolsas e 21 carteiras, foi apreendidas em duas lojas do Shopping Popular, no Bairro Dom Aquino,  na Capital.

Em um box foram 138 cópias de bolsas de marcas Victor Hugo e Louis Vuitton e, no segundo, foram 21 carteiras e 73 bolsas, falsificadas da marca brasileira e francesa.

Um dos proprietários informou aos policiais que os produtos são oriundos de São Paulo e que tem conhecimento serem de “segunda linha”, ou seja, falsificados

O Procon lavrou auto de constatação e infração contra os dois estabelecimentos.

O delegado da Decon, Antônio Carlos Araújo, informou que serão instaurados dois inquéritos policiais e após perícia da Politec ficar constatado que os produtos são falsificados os responsáveis pelos estabelecimentos serão indiciados.

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Os dois proprietários foram conduzidos à Delegacia do Consumidor e poderão ser responsabilizados em crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados.

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Policial

PC investiga origem de R$ 4,6 mi apreendidos com piloto em MT

Publicado

G1 MT

A Polícia Civil de Mato Grosso investiga a origem dos R$ 4,6 milhões que foram apreendidos em um avião que fez um pouso forçado em Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, no dia 30 de junho.

O piloto do avião, Francesco Turriziani, de 61 anos, foi ouvido e liberado pela polícia. Ele disse que usaria o dinheiro para comprar ouro em uma empresa que será aberta em Itaituba (PA).

A Polícia Civil disse que não foram encontrados registros criminais contra o piloto, no entanto, ele é investigado por lavagem de dinheiro e ocultação de bens (dinheiro e valores).

O delegado Vinícius Nazário, responsável pela investigação, disse que o dinheiro passa por um processo de classificação em um banco onde foi depositado.

“Isso é necessário para saber de onde saiu esse dinheiro, de qual banco e de qual lugar do país. Vamos ouvir as pessoas envolvidas nessa compra de ouro, que seriam sócios dele [do piloto] que moram em Sorocaba (SP)”, disse o comentou ao G1.

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Os supostos sócios serão ouvidos por meio de carta precatória. Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) fez uma perícia no avião, mas o delegado ainda não recebeu o relatório do órgão.

O avião foi apreendido pela polícia e lacrado.

O caso

O avião, Cesnna 206 T, prefixo PR-RMHano 2005, fez pouso forçado em um aeroporto rural a 5 km de Alta Floresta.

De acordo com a Polícia Civil, apenas o piloto estava na aeronave.

Ele saiu de Sorocaba, em São Paulo, com destino a Itaituba. O avião faria duas paradas de abastecimento, sendo uma em Jataí, em Goiás, onde o piloto percebeu o problema na aeronave.

Mesmo assim ele seguiu a viagem com a próxima parada em Alta Floresta, local onde fez o pouso forçado.

Moradores ligaram para a polícia dizendo que um avião havia ”caído” no aeroporto. Os policiais foram ao local e encontraram o piloto embarcando em um táxi.

No avião a polícia encontrou seis malas contendo uma enorme quantia em dinheiro, totalizando R$ 4.679.750.

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O advogado do piloto afirmou que Francesco atua como parceiro do proprietário da empresa de compra de ouro, que vai começar a atuar em breve no município paraense.

Conforme a defesa, o piloto pegou o dinheiro em Sorocaba (SP) do proprietário da empresa, que também é dono de um táxi-aéreo e teria vendido um jato.

O advogado afirmou que Francesco mora em São Paulo desde que tinha 3 anos de idade, é piloto de profissão, vende aviões e concordou com a quebra de sigilo bancário.

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Mulher cobra maior pena a ex que decepou suas duas mãos em MT

Publicado

FolhaMax

A mulher que teve as mãos decepadas pelo ex-marido em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá, em abril de 2017, disse que não concorda com a pena dada ao acusado. Gesiane Buriola da Silva, de 32 anos, mora sozinha e ainda não conseguiu próteses.

O ex-marido dela, Jair da Costa foi a júri na sexta-feira (12). Ele foi condenado a 15 anos e seis meses de prisão, em regime fechado, sem direito ao apelo em liberdade.

Geisiane, que trabalhava como diarista antes de perder os membros, atualmente, mora sozinha e recebe apenas um salário-mínimo como beneficio do governo. “Não consigo mais encontrar um emprego. Queria ter, pelo menos, uma mão para conseguir fazer meu serviço. Não há Justiça que pague o que ele fez comigo. Não quero mais vê-lo na minha frente. Nem a família dele me procurou após o ocorrido”, ressaltou.

A vítima contou que paga R$ 350 no aluguel da casa onde mora, além de despesas com luz, água e alimentos. Ela também ajuda os dois filhos, de 8 e 13 anos que moram com os pais dela. “Tem mês que não sobra dinheiro nem para fazer compra. O serviço de casa sou eu quem faço. Todos os dias limpo a casa, faço minha comida, tomo banho, só não consigo pentear o cabelo, então peço ajuda para as pessoas que me visitam”, contou.

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Logo após o crime, Geisiane passou por um longo período de tratamento e permaneceu mais de 20 dias internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Quando recebeu alta médica, ela colocou uma prótese provisória, mas o material era muito rígido e o equipamento logo quebrou.

A família fez uma campanha para adquirir uma prótese mais adequada à situação dela, no ano passado. No entanto, ela não conseguiu dinheiro o suficiente para o equipamento. Cada prótese, segundo Geisiane, custa cerca de R$ 250 mil. “As coisas estão difíceis. Não sei quando vou conseguir uma prótese, então, vou me virando até lá”, ressaltou.

O CRIME

As duas mãos de Geisiane foram decepadas pelo marido com o uso de um facão. À polícia, ele alegou que saiu para beber com os amigos e, quando voltou, encontrou a mulher com outro homem.

Com ciúmes, ele agrediu a mulher, que tentou correr para a rua. Em seguida, Jair pegou um facão e correu atrás dela.

Ao tentar proteger o rosto com as mãos, elas foram cortadas. O criminoso ainda deferiu golpes no rosto da vítima, cabeça e abdômen.

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Ele chegou a fugir, mas foi preso em flagrante pela Polícia Militar e, em depoimento confessou o crime e confirmou a intenção de matar Geisiane.

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