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Mato Grosso

Mendes critica TCE: crise não é desculpa para ser negligente

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O governador Mauro Mendes  (DEM) criticou a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que, apesar das irregularidades, deu parecer prévio favorável à aprovação das contas do ex-governador Pedro Taques (PSDB), referentes ao exercício de 2018.

Uma das justificativas dos conselheiros foi que as irregularidades, entre elas o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), foram cometidas por conta da grave crise econômica.

Para Mendes, a crise financeira não é desculpa para “descumprir” ou “negligenciar” leis.

“Eu não posso concordar que crise seja desculpa para que nós possamos descumprir ou negligenciar naquilo que é importante para consertar a administração pública nesse País”, disse em conversa com a imprensa nesta quinta-feira (8).

Mendes ainda fez uma comparação dizendo que também passou por crise semelhante quando era prefeito de Cuiabá, mas, mesmo assim, conseguiu deixar o Município com as contas em dias.

“Eu estive na Prefeitura em 2015 e 2016, foram os piores anos da crise brasileira. E saí da Prefeitura e a entreguei em dia, cumprindo os índices, pagando todo mundo em dia, com o salário em dia, com os fornecedores em dia, com todo mundo numa situação muito enxuta, muito redonda, uma prefeitura bem administrada, assim como em outras em Mato Grosso”, afirmou.

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O parecer favorável a Taques foi aprovado durante sessão realizada na última terça-feira (8).

No ocasião, os conselheiros, seguindo o voto do relator Isaias Lopes da Cunha, ainda fizeram mais 40 recomendações a serem encaminhadas ao atual Governo.

Uma delas diz respeito a redução de 20% das despesas com cargo de comissão e confiança.

Mendes disse que ainda não recebeu as recomendações, mas afirmou que, diante do parecer do TCE, as recomendações só deveriam ser encaminhadas ao Governo depois da crise.

“A crise continua. Então ele [ conselheiro Isaias] deveria fazer recomendação para depois que acabar a crise. Se a crise é a justificativa para descumprir tudo, as recomendações só podem valer no dia que o Brasil sair da crise”, pontuou.

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Mato Grosso

EX PREFEITO HUGO GARCIA É PREFERENCIA DO ELEITORADO DE SANTA RITA DO TRIVELATO

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Em um lentamento realizado pelo instituto paraná Dados, entre os dias 15 e 16 de  agosto,já desenha o que pode acontecer no ano que vem,  o ex-prefeito Hugo Garcia  teve a maior aprovação  no cenário projetado para a Prefeitura de santa Rita do Trivelato em 2020.

Se a eleição para prefeito de Santa Rita do Trivelato  fossem hoje, o ex prefeito Hugo Garcia  estaria em primeiro lugar, com 55,47% dos votos, em situação de tranquilidade para vencer o atual prefeito  Egor Hoepers, que aparece com 28,93%. Já   15,6% dos entrevistados não quiseram responder.

Em seguida, também a pesquisa mostra a rejeição de cada um., O atual prefeito Egon  aparece com uma rejeição de 46,87% já Hugo Garcia aparece com 37% ,e aqueles que não quiseram responder somaram 16,13%.

O instituto de pesquisa Paraná Dados, esta realizando pesquisa em todos os municípios matogrossense, para conhecer o cenário eleitoral de 2020.

Em alta floresta por exemplo, o eleitorado esta muito indeciso e a quantidade de candidatos  somam mais de 10 nomes., já na cidade de Várzea Grande , o pré candidato ,vereador Chico Curvo aparece com 13,47%  dos votos, em situação de empate técnico com o ex-prefeito Tião da Zaeli, com 9,93%.

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Em seguida, também em empate técnico com Zaeli, aparece o deputado federal Emanuelzinho, com 6,74% das intenções de voto. Os outros nomes testados foram do secretário de Governo do município, Kalil Baracat, que tem 5,14%; o ex-prefeito de Várzea Grande Walace Guimarães, com 4,79%; o vice prefeito José Hazamatem com 4,45%; e o vereador IkaroReveles, 3,65%.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

 

 

 

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Mato Grosso

30 partidos estão com diretórios municipais irregulares em Mato Grosso

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Trinta partidos com diretórios municipais registrados em Mato Grosso possuem problemas com prestações de contas junto à Justiça Eleitoral do Estado.

De acordo com dados do próprio Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Mato Grosso, a maioria das siglas deixaram de prestar contas entre 2015 e 2018.

O principal partido do Estado, Democratas, sob as lideranças do governador Mauro Mendes, senador Jayme Campos e do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, deixaram de prestar contas em 18 cidades.

O MDB do prefeito Emanuel Pinheiro, dos deputados federais Carlos Bezerra e Juarez Costa e dos estaduais Janaina Riva, Dr. João, Thiago Silva e Romoaldo Júnior também tem 18 diretórios sem prestar contas.

No entanto, as duas siglas que mais têm pendências com o TRE é o PTB e PRB, com 37 diretórios irregulares por falta de prestação de contas.  Atualmente o PTB tem como a maior liderança o deputado federal Emanuelzinho. Já o PRB conta com o deputado estadual Valmir Moretto (PRB).

O Pros e o PRP aparecem com problemas em 35 cidades, seguido do PSC com 33, PV 32, PSDB 31 e PL 30.  O Pros está sob a liderança do deputado estadual João Batista. Já o PSC possui dois deputados na Assembleia, Sebastião Rezendee Xuxu Dal Molin.   O PV tem como principais lideranças no Estado os  deputado estaduais Faissal Calil e Dr. Gimenez.

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Já o PSDB tem os deputados Wilson Santos e Carlos Avalone. O PL (antigo PR) é liderado pelo senador Wellington Fagundes.

Já o partido do vice-governador Otaviano Pivetta, o PDT, tem problemas em 28 municípios, assim como o SD do deputado federal Dr. Leonardo Albuquerque e do prefeito de Rondonópolis Zé Carlos do Pátio.

O PSB, que tem os deputados estaduais Max Russi e Dr. Eugênio, está sem prestar contas ou com elas reprovadas em 27 cidades.  O PT está irregular em 24 cidades assim como o Podemos. Enquanto os petistas contam com os deputados estaduais Valdir Barranco e Lúdio Cabral, além da deputada federal Rosa Neide nos parlamentos estadual e federal, o Podemos só conta com o deputado federal José Medeiros.

O PSD do deputado estadual Nininho, do ex-vice governador Carlos Fávaro e do vice-prefeito de Cuiabá Niuan Ribeiro (PSD), tem 21 diretórios com problemas na prestação de contas.

Já o PP que tem o líder da bancada federal, deputado Neri Geller e do deputado estadual Paulo Araújo, tem irregularidades em 19 cidades assim como PMB.

Depois vem o Patriota com 17, PPS 15, Avante 13 e o PSL com 12. O PSL é o partido com maior fundo partidário de 2019 do país e está sob a liderança da senadora Selma Arruda e do deputado federal Nelson Barbudo. A sigla ainda tem os deputados estaduais Delegado Claudinei e Silvio Fávero.

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O PHS tem 11 diretórios irregulares no Estado, PCdoB 8, Rede 7, PTC 5, PMN 4 e PRTB 3.

Já o DC e Psol são os partidos com menor problemas em diretórios municipais, 2 cada. o DC tem como liderança os deputados Elizeu Nascimento e Ulysses Moraes.

Exigências 

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a prestação de contas dos partidos políticos é a forma de dar transparência e legitimidade sobre os recursos e gastos que foram realizados pelos candidatos durante a campanha.

O início da prestação de contas se deu com a Lei Federal n.º 9.504/1997, no entanto, os partidos políticos não eram obrigados a prestar contas de campanha, apenas os comitês financeiros e candidatos.  Porém, regras e mais exigências vieram à tona em 2006, ano em que foi aprovada a primeira minirreforma eleitoral, por meio da Lei n.º 11.300/2006.

Já em 2014 que a fiscalização tornou-se ainda mais efetiva. Desde então, os candidatos, responsáveis, ou não, pela administração financeira de suas campanhas, foram obrigados a contar com a orientação de um profissional da contabilidade e de um advogado regularmente inscritos em seus conselhos de fiscalização.

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