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Agronegócio

Mato Grosso é 3º em volume de arroz estocado, aponta Conab

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Os estoques privados de arroz no país chegam a 646,8 mil toneladas. Deste total, 578,4 mil toneladas correspondem ao arroz em casca e 46,8 mil toneladas são do produto beneficiado, com equivalente em casca de 68,8 mil toneladas. Os dados estão na Pesquisa de Estoques Privados de Arroz realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada hoje e traz o volume depositado até 28 de fevereiro quando acabou a safra 2017/2018 e foi realizada nas unidades armazenadoras e indústrias de beneficiamento localizadas nos maiores estados produtores do Brasil: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso, responsáveis por 83% da produção orizícola do país.

O resultado aponta queda de 6,15% em relação à quantidade declarada em 2018, que foi de 689,3 mil toneladas. Rio Grande do Sul é o Estado com o maior volume depositado, chegando a 81% do total apurado. Segundo as informações das indústrias e armazenadores gaúchos, o quantitativo total chega a 526,27 mil toneladas do produto, sendo 464,54 mil toneladas de arroz em casca e 41,99 toneladas de beneficiado, sendo que este último equivale a 61,73 mil toneladas em casca.

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Em Santa Catarina, o volume apurado foi de 105,48 mil toneladas e em Mato Grosso 15,1 mil toneladas. Já a posição do estoque governamental total na data de referência correspondia a 31,61 mil toneladas, o que representa 4,89% do volume da iniciativa privada.

As informações foram coletadas por meio do Sistema de Pesquisa de Estoques Privados (Sipesp). O estudo é realizado anualmente e os dados consolidados permitem ao governo conhecer o balanço da oferta e demanda e darão subsídios para a elaboração das políticas agrícolas e de abastecimento relativos à cultura. Entre as informações coletadas estão volume, tipo e distribuição espacial e por segmento de armazenadores do arroz em casca e beneficiado, informa a assessoria da Conab.

Só Notícias/Agronotícias (foto: arquivo/assessoria)

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Agronegócio

Custos de produção de gado em Mato Grosso na recria-engorda sobem 4,5% no trimestre

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O IMEA – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária – informou que foram atualizados os custos de produção com base nas propriedades modais de Mato Grosso. “Observou-se que, no comparativo trimestral, os custos operacionais subiram para o sistema de cria (+0,41%), para recria-engorda (+4,54%) e para o ciclo completo (+0,72%). Os valores, por sua vez, fecharam em R$122,34/@, R$135,86/@ e R$115,12/@, respectivamente”.

De acordo com o instituto, a “alta mais intensa foi registrada no sistema de recria-engorda, pautada, principalmente, pelo aumento dos itens de aquisição animal (+6,10%) e suplementação (+5,28%). No caso da aquisição animal, como consideram-se as cotações do bezerro de ano, esta categoria apresentou alta, sobretudo em abril/19, quando houve maior procura de confinadores. Já na suplementação, o acréscimo esteve atrelado ao aumento do dólar no período, que influenciou nos preços dos insumos fosfatados, e da alta no farelo de soja no período”.

Na semana passada, com a demanda na ponta da cadeia não tão aquecida e a facilidade de compra de animais, principalmente nas regiões com gado de confinamento, no comparativo semanal, as médias da arroba do boi e da vaca gorda caíram 0,11% e 0,39%, respectivamente

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A pouca procura por bezerros de ano fez com que, na última semana, os preços desta categoria caíssem. Assim, no comparativo semanal, a média do bezerro 12 meses fechou em R$1.351,05/cabeça ante a R$1.362,68/cabeça.

Só Notícias/Agronotícias (foto: arquivo/assessoria)

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Agronegócio

Curso para produção de camarão de água doce será ofertado em Lucas

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Com o objetivo de oportunizar conhecimento e novas tecnologias para diversificar a produção, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Lucas do Rio Verde vai realizar, no próximo mês, o curso de cultivo de camarão com a tecnologia de bioflocos.

Segundo a assessoria da instituição, a produção de camarão de água doce tem se mostrado um ótimo negócio a nível nacional e Mato Grosso possui vantagens para o cultivo de algumas espécies, tais como temperatura acima de 27°C, disponibilidade de insumos para a fabricação da ração, água em abundância e bom mercado consumidor dentro e fora do estado.

Com o crescimento da demanda mundial por alimentos de alto valor nutritivo, saudáveis e disponíveis a preços baixos, a atividade de carcinicultura, como é chamada a produção de camarão em viveiro, tornou-se, conforme o Sebrae, uma alternativa viável tanto do ponto de vista alimentar quanto de negócio, principalmente para pequenos produtores rurais.

O curso será realizado nos dias 9 e 10 de agosto, das 8h às 18h, ministrado pelo mestre em Aquicultura, Bruno R. Scopel. A parte teórica será ministrada na sexta-feira, de manhã e à tarde, e na manhã de sábado, no auditório dos Pioneiros, na prefeitura. Já a aula prática será no sábado, à tarde, em uma piscicultura.

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O curto conta com apoio da prefeitura e da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

Redação Só Notícias (foto: divulgação)

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