conecte-se conosco


Economia

CDL define que Liquida Sinop será dia 13 com 42 empresas participantes

Publicado

A Câmara dos Dirigentes Lojistas informou, hoje, que o Liquida Sinop será no próximo dia, na praça Plínio Callegaro. Serão 12 horas de liquidação das empresas que vão montar estandes onde vão vender com grandes descontos roupas, calçados, terrenos, veículos, motos e muitos outros, além de prestadores de serviços. A estrutura foi ampliada e 42 empresas participarão (ano passado foram 34). Em menos de quinze dias todos os espaços foram comercializados.

Além dos estandes com promoções, a Liquida terá praça de alimentação, espaço kids com brinquedos, apresentações culturais, sorteios de hora em hora e promoções instantâneas ainda melhores.

O volume negociado, ano passado, na feira foi de R$ 1 milhão. “Em 2017 e em 2018 todos os estandes estavam com preços baixos e descontos reais e isso foi definitivo para que a população fosse as ruas, atendendo ao nosso chamado e aproveitando esses bons preços e queremos repetir esse sucesso agora em 2019 então estejam programados para a Liquida”, disse, através da assessoria, o presidente da CDL, Marcos Antonio Alves.

Leia mais:  Caixa já renegociou dívida de 125 mil clientes após lançar campanha

Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Bovespa opera em queda nesta sexta

Publicado

G1

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (19), com bancos entre as maiores pressões de baixa, conforme o mercado segue em ritmo de espera para o começo da temporada de resultados de companhias que compõem o índice a partir da próxima semana.

Às 11h12, o Ibovespa caía 0,65%, a 104.039 pontos. Veja mais cotações.

As ações do Itaú Unibanco e Bradesco eram as que mais pesavam na queda do índice.

No dia anterior, o Ibovespa terminou o dia em valorização de 0,83%, a 104.716 pontos.

Investidores repercutem a calmaria em relação à parte política e discussões da reforma da Previdência, com as atenções voltadas para ações do governo para a retomada do crescimento no país, como a liberação dos saques do FGTS.

Comentários Facebook
Leia mais:  Secretário garante que dados de consumidores participantes do Nota MT ficam protegidos
Continue lendo

Economia

Concessões reduzem economia da reforma da Previdência para R$ 933,5 bi

Publicado

Agência Brasil

Os acordos entre os partidos para aprovar concessões à reforma da Previdência reduziram para R$ 933,5 bilhões a economia estimada em 10 anos. O número foi divulgado hoje (18) pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

Logo após o fim da votação que aprovou em primeiro turno a reforma da Previdência, na última quinta-feira (11), Marinho disse que o impacto fiscal ficaria próximo de R$ 900 bilhões, mas os números só foram detalhados hoje. A economia virá tanto por meio da redução de gastos com a Previdência, o abono salarial e o combate às fraudes no Benefício de Prestação Continuada (BPC), como por meio do aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos médios e grandes bancos.

Do impacto fiscal de R$ 933,5 bilhões, R$ 654,7 bilhões virão da redução de gastos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que abrange a Previdência dos trabalhadores da inciativa privada e das estatais, e R$ 159,8 bilhões deixarão de ser gastos no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que atende aos servidores públicos federais.

A restrição do abono salarial a quem ganha até R$ 1.364,43 gerará economia de R$ 76,4 bilhões. A introdução na Constituição de critérios mínimos de renda para o BPC, de forma a prevenir fraudes e questionamentos na Justiça, reduzirá os gastos em R$ 23,4 bilhões em 10 anos. Do lado das receitas, a elevação de 15% para 20% da CSLL dos bancos reforçará os cofres federais em R$ 19,2 bilhões, abaixo dos R$ 50 bilhões estimados pela comissão especial que aprovou a proposta na Câmara.

Leia mais:  Estado prepara nova proposta sobre tributação do comércio

O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, ressaltou que os cálculos obedecem a normas internacionais do Banco Mundial e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Desidratação

A proposta original do governo previa economia de R$ 1,236 trilhão nos próximos 10 anos. Depois da retirada de alguns pontos, como capitalização, mudanças na aposentadoria rural e redução do valor do BPC, a primeira versão do relatório na comissão especial apresentou economia menor, de R$ 1,13 trilhão.

Após a retirada de mais pontos, como a mudança de destinação de receitas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o fim da isenção para exportadores rurais, a economia final na comissão especial tinha sido estimada em R$ 987,5 bilhões. No plenário da Câmara, a proposta teve uma emenda e três destaques aprovados que reduziram ainda mais a economia.

Uma emenda fruto de acordo da bancada feminina restringiu o pagamento de pensões inferiores a um mínimo ao dependente sem outra fonte formal de renda e antecipou em cinco anos a integralidade da aposentadoria da trabalhadora da iniciativa privada. Um destaque reduziu a idade mínima para aposentadoria de policiais e agentes de segurança que servem à União para 53 anos (homem) e 52 anos (mulher). Outro destaque reduziu para 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres) a idade mínima para aposentadoria para professores. O último destaque aprovado reduziu para 15 anos o tempo mínimo de contribuição para homens.

Leia mais:  Evento reúne mulheres empreendedoras de Cuiabá e região

Concertação nacional 

Apesar das concessões ao longo dos últimos meses, o secretário especial Rogério Marinho comemorou a aprovação do texto no formato atual e disse ter recebido parabéns do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Há uma concertação nacional favorável à responsabilidade proativa. O país amadureceu, entendeu e incorporou o tema. E o Parlamento foi o arauto desse processo. Acredito que uma PEC [Proposta de Emenda à Constituição] com esse tipo de impacto na vida da sociedade, ter esse nível de aceitação, é um feito extraordinário”, declarou.

Marinho ressaltou que o impacto fiscal continua “extremamente relevante”, mesmo tendo ficado abaixo do R$ 1 trilhão pedido pela equipe econômica, e disse que a aprovação da medida provisória que visa à redução de fraudes no INSS gerará economia extra em torno de R$ 200 bilhões nos próximos 10 anos, o que permitirá ao governo prosseguir com a reforma tributária, a revisão do pacto federativo, a reforma administrativa e a simplificação do Estado.

O secretário defendeu a reinclusão, pelo Senado, dos estados e dos municípios na reforma da Previdência, por meio de uma PEC paralela, que tramitará enquanto o restante da reforma será promulgado após a aprovação pelos senadores.

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Cidades

Nortão

Policial

Mais Lidas da Semana